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«Este centro nacional localizado no Porto, é o exemplo do nosso dever de solidariedade, da tradição portuguesa de acolher e integrar», afirmou o Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, na inauguração do Centro Nacional de Apoio à Integração de Migrantes, no Porto.
Lembrando que «temos três estruturas destas nas zonas do País com maior presença de migrantes», o Ministro sublinhou que estes Centros, que concentram os serviços de seis Ministérios em três cidades – Porto, Lisboa e Faro –, fazem parte «de uma estratégia nacional de Administração de proximidade».
«O Porto está, hoje, a demonstrar a sua tradição de terra da liberdade, cosmopolita, e de saber receber, saber informar sobre os direitos e deveres», referiu Eduardo Cabrita.
Inclusão é um direito essencial
Realçando que a inclusão é «um direito essencial» de qualquer pessoa, o Ministro afirmou que a solidariedade está também relacionada com uma «estratégia de Administração de proximidade, de que o alargamento das Lojas do Cidadão é um exemplo».
«É para este desafio, de um país que quer estar na Europa em pleno e em todos os domínios, para quem a Europa é a Europa da coesão e da solidariedade e não apenas a Europa do défice, que estamos aqui hoje», acrescentou Eduardo Cabrita.
O Ministro lembrou ainda que «é para estes desafios de inclusão e solidariedade, de acordo com o melhor do espírito europeu, que temos estas instalações».
Além dos três Centros, o Governo disponibilizou o atendimento indireto a migrantes, em 60 línguas diferentes.
Foto: Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, na inauguração do Centro Nacional de Apoio à Integração de Migrantes, Porto, 6 julho 2016 (DR)
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