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2019-07-24 às 15h50

Ministro Adjunto e da Economia sublinha que o mercado está a criar emprego de maior qualidade

Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira (Foto: Estela Silva/Lusa)
O Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, sublinhou a melhor qualidade nos empregos criados, referindo-se aos dados oficiais sobre o desemprego, abaixo das 300 mil pessoas, e com 89% dos casos a corresponderem a contratos sem termo.

«São boas notícias para o País», afirmou o Ministro, após a apresentação dos resultados do primeiro concurso do novo Sistema de Incentivos à Inovação, na Marinha Grande, onde estiveram também presentes o Primeiro-Ministro, António Costa, e o Ministro do Planeamento, Nelson de Souza. 

Pedro Siza Vieira acrescentou: «A capacidade de criação de emprego da nossa economia está a ser muito pujante e isso é símbolo de que, não apenas as empresas estão a continuar a crescer as suas vendas, como estão a continuar a investir e, por isso, a criar emprego».

«O mais importante é saber que se está a criar emprego de melhor qualidade», sublinhou o Ministro, realçando que «89% dos empregos que estão a ser criados correspondem a contratos sem termo».

Revisão em alta do crescimento económico

«Estamos a ver um crescimento dos salários em praticamente todos os níveis de profissionais», afirmou ainda Pedro Siza Vieira, acrescentando que «essas são boas notícias e reforçam a confiança que temos de continuar a ter crescimento da economia que vão ser superiores àquilo que eram as previsões no início do ano».

O Ministro concluiu que os dados oficiais anunciados «confirmam que estamos a conseguir uma boa dinâmica através das nossas empresas, de continuar a mostrar que são capazes de vender coisas relevantes para os seus clientes».

O número de desempregados inscritos em junho nos centros de emprego ficou abaixo dos 300 mil, um recorde nos últimos 27 anos, segundo a área governamental do Trabalho, Segurança Social e Solidariedade. Esta cifra representa uma descida de 10,3% em termos homólogos e de 2,3% em termos mensais.

Em comunicado, o Governo sublinhou que, «para encontrar um número mais baixo, é preciso recuar a dezembro de 1991, altura em que se registaram 296,6 mil desempregados inscritos».