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2017-10-30 às 14h34

Recuperação do mercado de trabalho alicerçada na criação de emprego

350 Miguel Cabrita
«A revisão em baixa para 8,8% da taxa de desemprego em agosto confirma aquela que sido a tendência do mercado de emprego ao longo do último ano», disse o Secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, em reação aos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística sobre o mercado de trabalho. 

O INE reviu em baixa a taxa de desemprego de agosto para 8,8%, o valor mais baixo desde julho de 2008. Comparando com o mês homologo de 2016, a taxa de desemprego recuou 2,1 pontos percentuais.

A população desempregada fixou-se nas 451,7 mil pessoas, menos 107,4 mil do que no mesmo mês do ano passado, o valor mais baixo desde fevereiro de 2005. Já a população empregada em agosto era de 4 709,6 mil pessoas, mais 136,7 mil em termos homólogos, o melhor valor dos últimos seis anos.

A taxa de desemprego jovem ficou-se nos 24,8%, o que representa um acréscimo de 0,9 p.p. face ao mês de julho e uma redução homóloga de 2,6 p.p.

De acordo com o Secretário de Estado, os dados espelham «o clima de confiança que é transversal aos consumidores, investidores e empresários, a que não é alheio o clima económico positivo que o país atravessa e as politicas públicas que se têm orientado para  devolução de rendimentos, gerando o dinamismo económico que é hoje completamente distinto daquele que se vivia há uns anos atrás».

Mais criação de emprego

Miguel Cabrita destacou ainda que a recuperação do mercado de emprego «é alicerçada na criação de novos empregos», ou seja, «o crescimento do emprego foi mais expressivo do que a diminuição do desemprego, como aliás tem acontecido nos últimos meses». 

Quer isto dizer que quando comparamos agosto de 2017 com agosto de 2016, verificamos que há mais 136 mil pessoas empregadas e menos 107 mil desempregadas. O emprego cresce mais do que o desemprego a diminui», disse ainda.