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2017-10-04 às 23h37

Primeiro-Ministro abre residência oficial à arte contemporânea

#arteemsaobento


A residência oficial do Primeiro-Ministro, no Palacete de São Bento, em Lisboa, acolhe uma seleção de 26 obras de arte portuguesa moderna e contemporânea, incluindo pintura, fotografia e desenho, da coleção de Serralves.

O Primeiro-Ministro António Costa, ao abrir a residência a uma mostra pública de obras de arte, pretende valorizar a cultura e garantir que o património cultural e artístico do País é celebrado e acessível a todos os cidadãos de forma gratuita.

As obras estão expostas nas principais salas da residência oficial, desde as mais públicas (salas de receção, de audiências e de jantar) até espaços de trabalho, representando uma viragem estética e visual no interior da residência oficial.

As obras foram selecionadas pela diretora do Museu de Serralves, Suzanne Cotter.


Conjunto de obras inteiramente contemporâneo

Esta é a primeira vez, nos 80 anos de história da residência, que as suas paredes apresentam um conjunto de obras inteiramente contemporâneo, com um foco nas últimas três décadas, sendo a obra mais recente de 2016.

Com «Arte em São Bento - Serralves 2017», a residência oficial inicia uma trajetória inédita por museus e coleções portuguesas de arte moderna e contemporânea, em regime de rotatividade anual.

Todos os anos, a 5 de outubro, a residência oficial irá abrir as portas a um novo museu ou coleção.

A inauguração da «Arte em São Bento - Serralves 2017» terá lugar pelas 15h30, sendo aberta ao público. O programa inclui um concerto pela Orquestra Jazz de Matosinhos nos jardins da residência.

A «Arte em São Bento - Serralves 2017» conta com obras dos artistas Alberto Carneiro, Helena Almeida, Augusto Alves da Silva, Pedro Cabrita Reis, Ângelo de Sousa, Julião Sarmento, Lourdes Castro, Sofia Areal, João Queiroz, Pedro Henriques, René Bertholo, Paula Rego, José Loureiro, Ana Manso, Jorge Queiroz, Joaquim Bravo, Ana Léon, Sónia Almeida, Nikias Skapinakis, Pedro Calapez, Luís Noronha da Costa, Pedro Casqueiro e Joaquim Rodrigo.