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O
Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, referiu - em despacho
- que os incêndios ocorridos em Pedrógão Grande e nos dias 15 e 16 de outubro
impactaram os serviços de saúde.
Por
este motivo, serão reforçadas as cinco unidades de queimados já existentes nos
hospitais do País, com a abertura de mais camas permanentes e com a criação de
camas de reserva.
Adicionalmente,
será ainda criada uma nova unidade de queimados pediátricos na região Norte, e
será implementado um sistema de informação de gestão de vagas nas unidades de
cuidados intensivos e de queimados.
Situações
de emergência nos queimados
Para
referenciação de doentes queimados graves, existem hoje cinco centros
nacionais: São João e Prelada (Porto), centro universitário de Coimbra, Lisboa
Norte e Lisboa Central. Com um total de 35 camas nesta cinco unidades, a média
por habitante é ligeiramente inferior à média europeia.
Quanto
ao tratamento das crianças queimadas, o País conta apenas com a Unidade do
hospital Dona Estefânia, em Lisboa, pelo que o Governo refere que é necessário
criar uma Unidade no Norte do País.
Será
ainda instalado um sistema de informação de gestão de vagas nas Unidades de
Queimados e nas Unidades de Cuidados Intensivos.
Os
planos de implementação destas medidas devem ser elaborados no prazo máximo de
4 meses.
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