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2019-06-19 às 18h08

Maior programa de investimento de sempre na polícia está em «velocidade cruzeiro»

Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, na abertura do 15.º Curso de Formação da PSP, Torres Vedras, 19 junho 2019 (Foto: João Bica)
O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, afirmou que «o maior programa de investimento de sempre na polícia» está em «velocidade cruzeiro», durante a cerimónia de abertura do 15.º Curso de Formação de 600 agentes e de 200 novos chefes da Polícia de Segurança Pública, em Torres Novas.

«Com base na lei de programação, estamos a renovar viaturas, a renovar instalações, a atribuir equipamentos de proteção individual, a investir na renovação do armamento», disse o Ministro, acrescentando que o reforço de quadros «corresponde a um aumento de 50% relativamente ao curso anterior e corresponde, pela primeira vez em muitos anos, a dois cursos de chefes no mesmo ano».

O curso de 600 novos agentes da PSP começou a 11 de junho e tem uma carga horária de 1180 horas (nove meses letivos), terminando em maio de 2020, englobando cidadãos de todo o continente e ilhas, e com uma média de idades de 23 anos.

Eduardo Cabrita sublinhou que estarão «cerca de 400 novos chefes em formação».
O terceiro curso de formação de chefes de PSP, com 199 agentes, começou no dia 5 de novembro de 2018 e terminará em setembro deste ano, arrancando de imediato outro curso com o mesmo número de chefes em formação.

O Ministro salientou ainda a importância da aprovação de «peças legislativas importantes», que permitirão «dinamizar o diálogo social, valorizando-o na consolidação do modelo de polícia de proximidade e de polícia das liberdades».

Eduardo Cabrita realçou que ser o terceiro país mais seguro do mundo exige a Portugal uma «política cada vez mais qualificada». «Temos uma base de recrutamento em que a formação mínima é o 12º ano e cerca de 10% dos novos agentes têm como formação de base licenciaturas várias», acrescentou, referindo que a PSP «está a atingir padrões mais elevados de qualificação e está a contribuir também para a formação de oficiais nas polícias de língua oficial portuguesa».