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2019-09-04 às 15h45

«Há muita coisa para fazer» nas áreas de localização empresarial do interior

Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, na reunião periódica da Comissão de Captação de Investimento para o Interior, Castelo Branco, 4 setembro 2017 (DR)
«Há muita coisa para fazer, sobretudo ao nível de áreas de localização empresarial» do interior, afirmou o Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, após a reunião periódica da Comissão de Captação de Investimento para o Interior, em Castelo Branco.

Esta Comissão, que engloba um conjunto de entidades da Administração Pública, analisa o trabalho que está a ser desenvolvido, quer ao nível de promoção externa e interna do interior, quer ao nível do trabalho para melhorar as condições de atração destes territórios.

«Os investidores precisam disso e precisamos de melhorar a disponibilização de solos ou até de melhorar os ativos existentes», acrescentou o Ministro.

Otimizar e captar investimento

O Governo aprovou um programa para o interior que tem como objetivo estruturar melhor os esforços da Administração Pública para captar investimento para estes territórios de baixa densidade.

«Para isso, temos de trabalhar em três frentes. Por um lado, promover melhor o interior como destino de investimento e levar ao conhecimento dos investidores nacionais e estrangeiros aquilo que são as diferenciações positivas e as capacidades dos territórios do interior», disse Pedro Siza Vieira. 

«Em segundo lugar, simplificar processos de licenciamento para investimentos de alguma dimensão. A terceira nota: melhorar os apoios existentes à localização de investimentos no interior, designadamente através de apoios financeiros específicos e benefícios fiscais mais robustos», afirmou ainda o Ministro.

Pedro Siza Vieira lembrou que existe também o regime dos projetos de investimento nacional, que promovem ideias acima de 25 milhões de euros: «Aquilo que fazemos é, para os territórios do interior, ter essa mesma via verde para projetos acima de 10 milhões de euros ou até de valor inferior», concluiu.