As Forças Armadas estão a empenhar, desde o dia 14 de outubro, vários meios nos fogos florestais, nomeadamente no apoio ao combate, no próprio combate, na proteção e alojamento de pessoas, e no rescaldo e vigilância.
Há nove representantes das Forças Armadas nos postos de comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil, para fazerem a coordenação.
O Exército tem 13 pelotões em ações de vigilância e rescaldo, quatro pelotões em ações de evacuação de vítimas, e 15 patrulhas de vigilância (uma delas em parceria com a Câmara Municipal de Viana do Castelo).
Tem ainda quatro destacamentos de Engenharia com máquinas de rastos, e o Regimento de Infantaria de Viseu está a alojar e alimentar 221 desalojados.
A Força Aérea teve um avião C295 em voo de vigilância durante quase cinco horas e disponibilizou apoio para receber dois aviões Canadair italianos no aeródromo de Maceda, em Ovar.
Tem ainda empenhados uma equipa de bombeiros da Base Aérea de Monte Real, e um destacamento de Engenharia com máquinas de rasto.