«Evolução muito positiva do mercado de trabalho» - XXI Governo - República Portuguesa

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2018-02-07 às 14h19

«Evolução muito positiva do mercado de trabalho»

Evolução muito positiva do mercado de trabalho
Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva, na visita ao Centro Qualifica da Amadora, 7 fevereiro 2018
O Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva, afirmou que os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística referentes ao ano de 2017 apontam para «uma evolução muito positiva do mercado de trabalho» em Portugal.

Na visita ao Centro Qualifica da Amadora, o Ministro destacou que os dados «são francamente positivos e encorajadores para o futuro, quer no domínio da criação de emprego, quer no domínio da diminuição do desemprego».

«Há uma diminuição no desemprego sólida. Atingimos taxas de desemprego que já não existiam desde 2008. Há uma diminuição no desemprego de longa duração, que cai de forma muito significativa. Há um crescimento do emprego [154 400 postos de trabalho criados em 2017] que é maior do que a diminuição do desemprego, o que é também muito relevante», acrescentou Vieira da Silva.

O Ministro realçou ainda que «a população ativa está a aumentar, o que também quer dizer que o País está com mais capacidade para criar riqueza».

Vieira da Silva assinalou ainda outros dados «muito relevantes», como a diminuição da percentagem de jovens até aos 35 anos que não estão nem a estudar, nem a trabalhar, nem a fazer qualquer tipo de formação.

Aposta na qualificação

O Ministro reiterou que os dados «apontam para uma evolução muito positiva do mercado de trabalho», mas lembrou que o mercado de trabalho continua a ser demasiado segmentado e que há ainda muito a fazer «quer na criação de emprego, quer na redução do desemprego, quer na melhoria da qualidade do emprego».

Vieira da Silva destacou também a importância de um maior empenhamento das políticas públicas, com destaque para a aposta na qualificação das pessoas. «As empresas identificam, cada vez mais, necessidades de contratação de pessoal qualificado», disse, acrescentando que é preciso «voltar a considerar como uma primeira prioridade a qualificação das pessoas, quer sejam jovens ou pessoas noutras fases das suas vidas profissionais».

O Ministro referiu também que as intenções de criação de emprego e investimento «são todas positivas e apontam para que Portugal possa atingir um crescimento superior ao que estava estimado, e que possa ser sustentado, contribuindo para reduzir desigualdades e assimetrias».