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2019-09-05 às 19h57

Arte portuguesa ganhou «contemporaneidade, cosmopolitismo e energia»

Primeiro-Ministro António Costa na inauguração da terceira edição da iniciativa Arte em São Bento, na Residência Oficial do Primeiro-Ministro, Lisboa, 5 setembro 2019 (Foto: Nuno Fox/Lusa)
O Primeiro-Ministro António Costa afirmou que a arte portuguesa ganhou «contemporaneidade, cosmopolitismo e uma energia que é expressa pela produção quotidiana dos artistas contemporâneos».

Na inauguração da terceira edição da iniciativa Arte em São Bento, na Residência Oficial do Primeiro-Ministro, que este ano expõe a coleção Norlinda e José Lima, António Costa disse que «esta forma de homenagear os colecionadores é também uma forma importante de apoiar a arte e o trabalho dos artistas portugueses».

A Residência Oficial deve ser um espaço «de representação do País» e, neste momento, «a imagem do País já não é só representada pela arte clássica que, tradicionalmente, decorava as paredes deste palacete [de São Bento]».

«Não fazia sentido estarmos a concorrer com as obras que já se encontram acessíveis nos museus públicos, sejam nacionais ou municipais, ou em instituições privadas. O que faz sentido é trazer algo que não existe em Lisboa e algo que não está exposto e que se encontra nas reservas. Esta é uma forma de promover a atenção desde logo dos lisboetas para aquilo que acontece no resto do País», acrescentou.

A coleção Norlinda e José Lima está exposta em permanência no Centro de Arte Oliva, em São João da Madeira, distrito de Aveiro. A sessão de inauguração da exposição contou com a presença dos Ministros das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, e da Saúde, Marta Temido.

Os presidentes das autarquias de São João da Madeira, João Sequeira, e de Lisboa, Fernando Medina, também estiveram presentes na sessão.
Tags: cultura, arte