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O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, afirmou que o programa de saúde de apoio às populações afetadas pelo incêndio de 17 de junho em Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera «pode durar mais de dois anos».
Em Pedrógão Grande, no final de uma reunião com 14 estruturas do Ministério da Saúde, o Secretário de Estado referiu que «esta é uma resposta dinâmica e flexível, disponível para ir às populações mais remotas, às pessoas mais isoladas, de modo a que ninguém fique para trás» e engloba as vertentes da doença orgânica, saúde mental e saúde pública.
As várias etapas previstas no plano de ação estão «programadas, articuladas e coordenadas» e o número de profissionais será o necessário nas várias áreas e especialidades, sendo que no caso da saúde mental pode estender-se para lá do período de dois anos.
«Temos o exemplo da tragédia de Entre-os-Rios, em que na saúde mental foram precisos mais anos de apoio e, portanto, temos de ter a capacidade de ao longo do tempo ir reconhecendo as necessidades», acrescentou.
Foto: Reunião do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, com 14 estruturas do Ministério da Saúde, Pedrógão Grande, 4 julho 2017
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