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«A estratégia de educação ambiental tem uma dimensão nova, projetando-se para fora da escola, algo que já é muito praticado pelas Organizações Não Governamentais de Ambiente, por muitos equipamentos de educação ambiental, e por diversas empresas e associações», afirmou o Ministro do Ambiente.
João Pedro Matos Fernandes fez estas declarações à agência Lusa, no dia em que o Governo aprovou a Estratégia. O Governo aprovou também novas regras para tornar mais eficaz no País a aplicação da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção.
O Ministro elogiou «muito do que é feito pelas autarquias e nos próprios serviços do Ministério do Ambiente, particularmente no Instituto de Conservação da Natureza e Florestas», no âmbito da Estratégia Nacional de Educação Ambiental para 2017-2020.
Os primeiros avisos, do Fundo Ambiental, para concretizar a Estratégia serão lançados durante o mês de junho, «para que, ainda em 2017, seja possível investir 1,5 milhões de euros em projetos de educação ambiental», disse o Ministro.
A Estratégia visa descarbonizar a sociedade, tornar a economia mais circular e valorizar o território. A Estratégia contém 16 medidas fundamentais, que convergem para uma educação ambiental mais transversal, mais aberta e mais participada.
Outra meta essencial da Estratégia é «estabelecer um compromisso colaborativo para a construção da literacia ambiental, através de uma cidadania inclusiva que leve a modelos de conduta sustentáveis em todas as dimensões da atividade dos cidadãos», concluiu.
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