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Portugal tornou-se o quarto país aliado a aderir à parceria D3 da NATO. Esta parceria tem por missão alienar, desmilitarizar e desmantelar os equipamentos e sistemas de armas obsoletos, procurando a sua reutilização ou eliminação seguindo a política dos «3 R – Reduzir, Reutilizar, Reciclar», da forma mais rentável possível, garantindo a segurança adequada e a proteção do meio ambiente.
Com a adesão ao D3 da Agência de Compras e Apoio da NATO (NSPA), as Forças Armadas poderão dar um melhor destino ao material militar que se encontra em «fim de vida», rentabilizando-o.
Enquanto as indústrias de defesa nacionais, nomeadamente as empresas ligadas a estes setores, terão acesso a todos os concursos desta parceria, bem como, eventualmente, a possibilidade de desenvolvimento de ações de cooperação com indústrias das atuais Nações-membro do programa, gerando assim novas oportunidades para as indústrias de defesa.
A adesão de Portugal à parceria NSPA/D3 insere-se no vasto conjunto de iniciativas da Defesa Nacional que visam contribuir para um compromisso crescente da Defesa com o Ambiente e com a promoção da Economia Circular.
Para além de Portugal, fazem parte da parceria NSPA/D3, a Dinamarca, a Itália e a Turquia. Existem ainda cinco países na condição de observadores – Alemanha, Finlândia, Noruega, Bélgica e Ucrânia.
A parceria, criada em 2013, insere-se no projeto de defesa inteligente (Smart Defence) da NATO, que incentiva os aliados a cooperar no desenvolvimento, aquisição e manutenção de capacidades militares, para fazer face aos atuais problemas de segurança, ao longo de todo o ciclo de vida dos equipamentos.
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