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O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural assinou o Despacho que cria o Conselho de Acompanhamento da Revisão da Política Agrícola Comum, que tem por missão identificar principais desafios e contribuir para a formulação das opções nacionais em relação ao futuro da PAC pós-2020.
No texto, Capoulas Santos considera «fundamental, no contexto atual, criar as condições indispensáveis a uma reflexão aprofundada sobre os desafios que a Agricultura Portuguesa terá de enfrentar no futuro, assim como os pressupostos de uma estratégia que suporte e oriente a política agrícola nacional no quadro da futura PAC no período pós 2020».
Por este motivo, o Ministro decidiu criar «um órgão de consulta para apoiar o ministério na formulação da posição nacional sobre o futuro da Política Agrícola Comum».
Estrutura técnica e representativa
Trata-se de uma estrutura que se caracteriza pela sua componente técnica independente, com recurso a destacados especialistas na matéria, e uma componente de diálogo e auscultação permanente do setor agrícola através das suas organizações mais representativas.
Assim, o Conselho é constituído por um Painel de Peritos e por uma Comissão de Representantes, com a seguinte composição:
Painel de Peritos:
Comissão de Representantes:
Participam ainda nas reuniões do Conselho, um representante da Região Autónoma dos Açores e um representante da Região Autónoma da Madeira.
O Conselho será presidido pelo Ministro, que anunciou a sua criação e composição, durante a audição na Comissão de Agricultura e Mar da Assembleia da República. Capoulas Santos informou os Deputados que pretende «procurar uma posição consensual e bem alicerçada relativamente à posição portuguesa nas futuras negociações da reforma da Política Agrícola Comum».
Foto: Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, na Comissão de Agricultura e Mar, Assembleia da República, 26 abril 2017 (Foto: Manuel de Almeida/Lusa)
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