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«Por vezes, a nossa defesa é assegurada em territórios que nunca imaginámos que pudessem pôr em causa, quer a nossa existência, quer a nossa segurança», afirmou o Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, exemplificando com o caso do Mali.
Estas declarações foram feitas no Seminário IDN Jovem, na Universidade do Minho, em Braga.
«Se a Al-Qaida no Magrebe islâmico conseguir afetar o Mali, vai afetar necessariamente o Magrebe, e o Magrebe é a dois passos de nós», acrescentou o Ministro.
Numa intervenção intitulada «Violência, Terror e Espaço Público», José Alberto Azeredo Lopes sublinhou que «Portugal está necessariamente a lutar pela sua segurança em países como a Síria, o Mali ou na República Centro-Africana», país onde tem atualmente 160 militares.
Comparando a Al-Qaeda ao Estado Islâmico, o Ministro referiu que «o modelo de terrorismo preconizado pelo Daesh é mais poderoso, dada a sua vocação de controlo territorial».
«Perante este tipo de ameaça, a Defesa Nacional vai-se exprimir de uma maneira menos clássica, por exemplo, através da projeção das nossas forças nacionais destacadas em estruturas, evidentemente integradas numa organização internacional», concluiu.
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