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O Conselho de Ministros aprovou as linhas orientadoras para o Plano Nacional de Leitura 2027, dando prioridade à consolidação das ações concretizadas nos primeiros 10 anos do Plano e em novas vertentes a desenvolver até 2027.
«Privilegia-se uma política interministerial, com uma aposta clara na literacia científica e digital e na interação com outras esferas de conhecimento, como a artística, privilegiando sempre a abordagem inclusiva das práticas de leitura», refere o comunicado do Conselho de Ministros de 30 de março.
Desta forma, o Governo quer «criar condições para a promoção da política do livro e da leitura através das bibliotecas escolares e das instituições de ensino superior, bem como da rede de Centros Ciência Viva», acrescenta o mesmo documento.
O objetivo do Plano Nacional de Leitura 2027 é reforçar os hábitos de leitura entre as crianças e jovens, a que acresce a nova ambição de envolver as famílias e a população em geral, visando a aprendizagem ao longo da vida.
A implementação, acompanhamento e monitorização do Plano Nacional de Leitura 2027 serão assegurados por uma comissão interministerial na dependência do Ministro da Educação, em articulação com os Ministros da Cultura e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a qual será presidida por Maria Teresa Calçada e Elsa Maria Conde.
O Governo criou o Plano Nacional de Leitura em 2006 para melhorar os níveis de literacia e leitura dos portugueses.
Nos primeiros 10 anos de vigência, o Plano incluiu a realização de estudos e a promoção do livro e da leitura em todos os agrupamentos de escolas, envolvendo municípios, a Rede de Bibliotecas Escolares, professores, bibliotecários, pais e alunos.
Com o Plano Nacional de Leitura criou-se ainda uma lista anual de livros recomendados para diferentes níveis letivos, em contexto escolar ou familiar.
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