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2017-03-01 às 22h42

Projeto europeu obterá melhores resultados se os Estados-membros se mantiverem unidos

Primeiro-Ministro, António Costa, com o Presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker

«Portugal valoriza, sobretudo, a consciência de que - se os diferentes Estados-membros se mantiverem unidos - poderão ser alcançados melhores resultados», afirmou o Primeiro-Ministro, António Costa, à agência Lusa, referindo-se ao Livro Branco sobre o futuro da Europa, que será apresentado pela Comissão Europeia na próxima cimeira de chefes de Estado e de Governo, em Roma, dia 25 de fevereiro.

Acrescentando que este é «um contributo útil para o processo de definição do futuro da União Europeia», o Primeiro-Ministro disse: «No atual momento, em que se impõe a tomada de decisões para confrontar os desafios da Europa, é positivo que os chefes de Estado e de Governo disponham de um diagnóstico claro da situação atual e de cenários possíveis sobre a evolução da União Europeia até 2025.

António Costa referiu ainda que «este documento é o início de um processo e será completado, até ao final do ano, com uma série de documentos de reflexão, dos quais destacamos, pela sua importância, o desenvolvimento da dimensão social da Europa e o aprofundamento da União Económica e Monetária, com base no ''Relatório dos Cinco Presidentes'', de junho de 2015».

«Portugal apoia a iniciativa da Comissão Europeia, de apresentar esses documentos de reflexão para alimentar o debate, não só a nível do Conselho Europeu, mas também ao nível dos cidadãos, através da promoção de uma série de debates sobre o futuro da Europa em várias cidades e regiões europeias», afirmou também.

O Primeiro-Ministro concluiu, referindo que o País «irá continuar a acompanhar e participar ativamente neste debate. Teremos uma participação na linha do que já temos vindo a fazer desde a cimeira de Bratislava, nomeadamente através da organização do seminário de alto nível e conferência pública ''Consolidar o euro, promover a convergência'', e da elaboração de um contributo sobre a mesma questão para o texto da Declaração de Roma, que foi entregue ao Primeiro-Ministro italiano, Paolo Gentiloni».