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2017-02-14 às 15h20

Aumento do PIB corresponde «ao crescimento do emprego e do investimento»

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, afirmou que o aumento de 1,4% do Produto Interno Bruto em 2016 é sinal de que existe uma aceleração do crescimento económico que corresponde «ao crescimento do emprego e ao aumento do investimento».

As estimativas do quarto trimestre de 2016, divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística, «representam o melhor crescimento em cadeia do segundo semestre desde 2007», disse, afirmando que são valores «muito positivos».

No Porto, durante uma vista ao Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência, Caldeira Cabral realçou o facto de o último trimestre de 2016 ter sido o segundo trimestre consecutivo em que a economia portuguesa cresceu acima da média da União Europeia.

A evolução «demonstra que a economia portuguesa está outra vez a ganhar ritmo e, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, este ritmo vem também do aumento do investimento e do aumento da confiança dos investidores», acrescentou.

O Produto Interno Bruto cresceu 1,4% em 2016, superando a estimativa de 1,3% prevista pela Comissão Europeia. Caldeira Cabral destacou que é um resultado feito «por todos os portugueses» e que se nota «na criação de emprego, 100 mil novos postos de trabalho em 2016, empregos mais qualificados e mais emprego para os jovens».

Perspetivas para 2017

O Ministro referiu ainda que as previsões de crescimento das instituições nacionais e internacionais para 2017 estão a ser revistas em alta porque «reconhecem que a economia portuguesa está com melhores perspetivas de crescimento do que estava há um ano».

Manuel Caldeira Cabral focou o crescimento económico mais acelerado, relacionando-o com o crescimento do emprego, o aumento do investimento e a confiança dos consumidores.

«As exportações estão a ter uma boa taxa de crescimento e isso está a resultar em mais confiança, mais investimento, melhores condições de vida para os portugueses, mas também melhor equilíbrio externo. O saldo da balança de bens e serviços até novembro estava a melhorar 900 milhões de euros face ao ano anterior», acrescentou.