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«A visão do Governo para o futuro é a de um País qualificado, inovador, com um Estado moderno, um território coeso, empresas capitalizadas, trabalho digno e uma sociedade mais igual», afirmou o Primeiro-Ministro, António Costa, no debate quinzenal dedicado ao Programa Nacional de Reformas, na Assembleia da República.
O Primeiro-Ministro acrescentou: «Esta é a visão que continuará a guiar a nossa ação política de médio prazo e que permitirá concretizar as reformas de que o País precisa para avançar e prosperar».
«O Programa Nacional de Reformas, aprovado em abril, é uma estratégia de médio prazo, uma verdadeira Agenda para a década», referiu ainda António Costa.
Mais crescimento, melhor emprego, maior igualdade
«Os sinais de que o Governo escolheu o caminho certo estão aí», disse o Primeiro-Ministro, lembrando que, «se acumulam os bons indicadores sobre Portugal: nas contas públicas, no mercado de trabalho, na recuperação económica e na confiança».
António Costa sublinhou: «Mas não nos damos por satisfeitos. Depois de anos em que apenas ouvimos falar de reformas, o Governo está finalmente a reformar».
«Não podemos repetir o engano de confundir reformas com cortes, mudanças estruturais com conflitos sociais. As reformas que fazemos são as que o País precisa, não para castigar os portugueses, mas para termos um futuro melhor», disse também o Primeiro-Ministro.
E concluiu: «Essa é a missão do Governo. Vencer os bloqueios que travaram o nosso desenvolvimento e construir um País com mais crescimento, melhor emprego e maior igualdade».
O Programa Nacional de Reformas é composto por seis pilares - qualificar os portugueses, promover a inovação na economia, valorizar o território, modernizar o Estado, capitalizar as empresas e reforçar a coesão e a igualdade social – de que o Primeiro-Ministro apontou as medidas mais importantes realizadas e as que vão ser executadas em breve.
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