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O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural afirmou que o Governo vai criar um órgão que permita contribuir para a formulação e adaptação da posição nacional sobre o futuro da Política Agrícola Comum.
Em Lisboa, na abertura do XI Congresso da Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo, Luís Capoulas Santos referiu que o objetivo é constituir uma estrutura com uma componente técnica independente, com recurso aos melhores especialistas na matéria e uma componente de diálogo, além de uma «auscultação permanente do sector agrícola através das suas organizações mais representativas».
O Ministro acrescentou que fará tudo para «reunir o maior consenso nacional possível, em torno da defesa dos interesses portugueses, já que toda a conjugação de esforços será sempre pouca para enfrentar com êxito os enormes desafios que Portugal terá pela frente».
Execução do Programa de Desenvolvimento Rural
Luís Capoulas Santos disse ainda, no âmbito da apresentação do balanço da execução do Programa de Desenvolvimento Rural, que Portugal foi, em 2016, o País da União Europeia com maior percentagem de pagamentos.
«Isto deveu-se ao facto de termos conseguido desbloquear o PDR 2020», frisou, acrescentando que 2016 bateu o recorde de aprovação de candidaturas a projetos de investimento, com mais de 15 mil.
O Ministro afirmou que os projetos já contratados correspondem «a um investimento global de cerca de mil milhões de euros e um apoio público (União Europeia e Orçamento do Estado) de quase 600 milhões de euros».
Luís Capoulas Santos referiu também que o Governo mantém o objetivo de equilibrar a balança comercial agroalimentar até 2020, destacando que em 2016 houve uma redução do défice em cerca de 700 milhões de euros.
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