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A Direção-Geral de Reinserção e dos Serviços Prisionais e o Instituto de Saúde Doutor Ricardo Jorge celebraram um protocolo destinado a facilitar a realização de análises clínicas, exames de diagnóstico e outros cuidados de saúde a reclusos de diversas cadeias do País.
Este protocolo vai abranger os estabelecimentos prisionais de Aveiro, Paços de Ferreira, Custóias, Santa Cruz do Bispo, Braga, Guimarães, da Polícia Judiciária do Porto, Viana do Castelo, Vale do Sousa e de Coimbra, assim como do Hospital Prisional de São João de Deus.
Na cerimónia de assinatura do protocolo, a Secretária de Estado Adjunta e da Justiça reforçou que esta medida pretende dar mais um passo do Governo na melhoria das condições do sistema prisional, reforçando o acesso da população reclusa ao Serviço Nacional de Saúde.
Na intervenção, Helena Mesquita Ribeiro anunciou ainda ser intenção do Governo em contratar, ao longo de 2017, 27 médicos e 56 enfermeiros para assegurar cuidados de saúde «em primeira linha» nas prisões.
Além de garantirem os cuidados de saúde à população reclusa, os 27 médicos e 56 enfermeiros servirão também de «interlocutores privilegiados na necessária articulação com os profissionais do Serviço Nacional de Saúde».
O Secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, referiu que as análises previstas no protocolo abrangem a necessidade de prevenção, verificação e confirmação de algumas doenças infeto-contagiosas como o VIH/SIDA e hepatite C, bem como de outras situações clínicas.
Foto: Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro, na assinatura de um protocolo entre a Direção-Geral de Reinserção e dos Serviços Prisionais e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, Lisboa, 20 janeiro 2017
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