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O Primeiro-Ministro destacou a situação mais desanuviada de Portugal para afirmar que 2017 será «um momento de viragem» na participação do País na União Europeia.
«Concluímos, como a Comissão reconheceu recentemente, um conjunto de anos muito esforçados, de um programa de ajustamento muito exigente, que pela primeira vez colocará este ano Portugal a cumprir os limites orçamentais estabelecidos de acordo com as regras, e que nos permite antever uma saída no próximo ano do Procedimento por Défice Excessivo», disse António Costa.
Em Bruxelas, na receção oferecida pelos portugueses que trabalham nas instituições europeias, o Primeiro-Ministro acrescentou que Portugal poderá assim «retomar uma trajetória de normalidade no quadro de participação no seio da União Europeia».
Aproveitar viragem de forma ativa
Agradecendo às cerca de quatro centenas de funcionários portugueses pelo muito «que têm feito para que Portugal seja um País prestigiado na União Europeia», António Costa realçou que o momento de viragem «tem de ser aproveitado pelo País fora para, de uma forma ativa, contribuir para que o projeto europeu siga em frente».
«Num momento em que há tanta incerteza em toda a Europa e em que nos mais diferentes países se revelam resistências, dúvidas, ansiedades e angústias relativamente ao projeto europeu, é muito o importante que países como Portugal se mantenham muito firmes na defesa daquilo que são os valores fundamentais da Europa», disse.
António Costa afirmou que «Portugal tem sido sempre um parceiro leal, ativo e construtivo no quadro da União Europeia» e acrescentou que «esse referencial de fidelidade aos valores europeus é o maior contributo que Portugal pode dar para que a Europa volte a ser um projeto inspirador e que mereça a confiança mais alargada de um cada vez maior número de cidadãos».
Foto: Primeiro-Ministro António Costa, Comissão Europeu da Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, e o Representante Permanente de Portugal junto da União Europeia, Nuno Brito, na receção oferecida pelos portugueses que trabalham nas instituições europeias, Bruxelas, 14 dezembro 2016 (Foto: Clara Azevedo)
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