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O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, afirmou que o Referencial da Educação para a Segurança, Defesa e Paz tem o objetivo de reparar lacunas e não de formatar gerações.
«Queria deixar claro que não queremos formatar gerações. Trata-se, no fundo, de reparar uma lacuna que temos de assumir coletivamente», disse em Viseu na assinatura do protocolo-quadro de implementação do Referencial da Educação para a Segurança, Defesa e Paz com os municípios do distrito de Viseu.
O Ministro referiu que o sistema educativo deixou desaparecer «a referência a valores de cidadania fundamentais, na parte em que envolve questões ligadas à segurança, defesa e paz».
Iniciativa de dimensão nacional
Estes acordos de implementação deverão estender-se «até unir o País todo». Para já, os protocolos foram assinados com cinco municípios do Grande Porto e cinco municípios da Grande Lisboa, para além de 22 dos 24 municípios do distrito de Viseu.
A iniciativa pretende contribuir para o envolvimento da sociedade civil no debate de questões da Defesa Nacional e aproximar os cidadãos das Forças Armadas, com o envolvimento de escolas e autarquias.
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, também esteve presente e afirmou que «as expetativas são obviamente altas, no sentido em que estes blocos levam à construção de consciência para a cidadania absolutamente importante para podermos construir cidadãos mais completos, mais ativos e mais participativos».
Foto: Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, e Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, na assinatura do protocolo-quadro de implementação do Referencial da Educação para a Segurança, Defesa e Paz com os municípios do distrito de Viseu, Viseu, 5 dezembro 2016 (Foto: Nuno André Ferreira/LUSA)
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