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A Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, afirmou que, até ao final do primeiro trimestre de 2017, cerca de 600 elementos da PSP e da GNR vão deixar de prestar serviço nas messes para integrar os serviços policiais.
«Estamos a ultimar um plano de externalização de todas as messes e refeitórios precisamente para colocar mais polícias na rua, e não os ocupar com missões para as quais não foram treinados, e que não têm que ver com a sua missão principal, que é serem polícias», disse a Ministra em Loulé, após a assinatura dos protocolos dos contratos locais de segurança com os municípios algarvios.
Acrescentando que «o processo implica a abertura de concursos para concessão dos refeitórios e bares ou a contratação de prestação de serviços», Constança Urbano de Sousa referiu ainda: «Prevemos libertar cerca de 600 polícias para o trabalho operacional. Naturalmente, haverá muitos polícias que não vão diretamente das messes para a rua, pela sua idade, mas irão ocupar outro tipo de funções, libertando por sua vez indiretamente polícias mais jovens para a rua».
«A medida em curso pretende racionalizar os recursos humanos das forças de segurança portugueses», concluiu.
A 28 de setembro, a Ministra já anunciara na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias que a partir de 1 de janeiro se iria conseguir libertar 600 polícias de toda a gestão das messes e bares da PSP e da GNR.
Foto: Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, na assinatura dos contratos locais de segurança do Algarve, Loulé, 5 dezembro 2016 (Foto: Luís Forra/LUSA)
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