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2016-11-28 às 17h42

Investimento em infraestruturas das forças de segurança é fator de desenvolvimento local

Primeiro-Ministro Antínio Costa e Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, na inauguração do quartel da GNR, Mangualde, 28 novembro 2016
Quartel da GNR em Mangualde

O Primeiro-Ministro António Costa referiu que o Governo propôs à Assembleia da República uma lei de programação das infraestruturas e equipamentos das forças de segurança que ascende a 454 milhões de euros até 2021, na inauguração do quartel da GNR de Mangualde.

O Primeiro-Ministro disse que a aprovação desta proposta de lei permitiu «estabelecer um programa de investimentos na modernização e operacionalidade das instalações, sistemas e tecnologias de informação e comunicação, veículos, armamento e outro equipamento indispensável à prossecução dos serviços» desenvolvidos pelas forças de segurança.

No que respeita às infraestruturas, este programa de modernização visa «dotar as forças e serviços de segurança com instalações adequadas às suas reais necessidades, garantindo as indispensáveis condições de dignidade» aos que trabalham nas forças de segurnaça e aos cidadãos que precisam dos serviços ali prestados.

António Costa apontou também uma outra componente deste programa, afirmando que «quer a edificação de novos equipamentos, quer a recuperação de outros já existentes, são um fator relevante de desenvolvimento local e regional e um sinal indelével de equidade territorial».

Portugal é seguro

O Primeiro-Ministro afirmou a importância de Portugal continuar a ser considerado «um dos países mais seguros», até porque isso tem um «valor económico imaterial absolutamente determinante para atividades como o turismo» e «para a atração do investimento estrangeiro».

António Costa referiu o recente relatório  do Índice Global de Paz (Global Peace Index), que «concluiu que Portugal é o quinto país mais pacífico do mundo, o que se traduziu numa assinalável subida de nove lugares face a 2015».

«A criminalidade registada durante o primeiro semestre do corrente ano registou uma acentuada e consistente descida face a igual período do ano transato, com um decréscimo de 12,6% na denominada criminalidade violenta e grave e de 8% da criminalidade em geral».

«Este clima de segurança por nós evidenciado, aliado a outros fatores decisivos inigualáveis, é um fator relevante e decisivo de desenvolvimento interno e, simultaneamente, vem-nos conferindo uma marca de destino cada vez mais procurado e de inegável qualidade», disse ainda o Primeiro-Ministro.

 

Foto: Primeiro-Ministro Antínio Costa e Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, na inauguração do quartel da GNR, Mangualde, 28 novembro 2016