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2016-11-02 às 16h14

Governo realça criação de cerca de 91 mil empregos

O Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social destacou que os números do desemprego continuam a «diminuir de forma consistente» e realçou que o emprego «é a variável chave para o bem-estar das famílias e o desenvolvimento da economia».

«Os dados mostram uma evolução positiva sustentada no emprego. Os valores definitivos de agosto mostram que há mais 91 mil empregos do que há um ano. As taxas de desemprego de agosto e setembro são as mais baixas desde o início da série», referiu José António Vieira da Silva em Santa Maria da Feira, na visita ao Centro de Formação Profissional da Indústria da Cortiça.

O Orçamento do Estado para 2017 refere uma taxa média de desemprego de 10,3% e o Ministro afirmou que o Governo «está a caminhar para esse valor».

Os dados divulgados pelo INE mostram que a estimativa provisória da taxa de desemprego de setembro de 2016 se situou em 10,8%. Já a estimativa definitiva da taxa de desemprego de agosto de 2016 situou-se em 10,9% (menos 0,1 p.p. do que estimativa provisória).

Em setembro de 2016, a estimativa provisória da população desempregada foi de 555,6 mil pessoas, menos 0,8% (4,4 mil) do que o valor definitivo registado no mês anterior.

Melhores práticas sociais no emprego

O Ministro afirmou que «quando um setor se desenvolve e se torna tão dinâmico e inovador» como o da cortiça, «gera melhores rendimentos e estes deviam chegar também às famílias dos trabalhadores e a todos os envolvidos».

José António Vieira da Silva referiu que «os lucros devem refletir-se nos salários» mas acrescentou que o problema «não se pode resolver só com normas legislativas e passa também pelas práticas sociais».

«Temos a expetativa de que um setor dinâmico, criador de emprego e que é inovador em termos tecnológicos possa dar este sinal de melhoria das condições de trabalho», disse.