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Os riscos económicos e políticos referidos pela agência ARC têm vindo a ser ultrapassados com sucesso, nomeadamente com a boa execução orçamental verificada desde o início do ano e com as medidas de apoio ao investimento.
Portugal está no bom caminho para o cumprimento do objetivo definido pela Comissão Europeia que retira o país do Procedimento por Défices Excessivos.
A recapitalização da Caixa Geral de Depósitos revela também a firme decisão do Governo de avançar com um plano definitivo de estabilização do setor financeiro que terá um papel fundamental no investimento e no crescimento económico.
O crescimento no primeiro semestre de 2016 foi muito afetado por condicionantes externas, particularmente o abrandamento da economia dos mercados emergentes (afetando particularmente as exportações para Angola).
No segundo semestre foram já visíveis sinais de aceleração, em que as componentes mais dinâmicas da procura foram as exportações e o investimento.
Relativamente ao investimento, a tendência de longo prazo de desaceleração, é comum à generalidade dos países desenvolvidos, não sendo específica de Portugal.
Os indicadores de atividade e de confiança melhoraram face ao final do ano passado o que reforça as perspetivas otimistas para o segundo semestre de 2016.
Portugal está neste momento a preparar o Orçamento do Estado para 2017. Um Orçamento responsável que favorece o crescimento económico e a criação de emprego e que, simultaneamente, reitera o rigor na execução orçamental.
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