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«Quando, daqui a um ano, nos deslocarmos ao Mercado 31 de Janeiro para inaugurar a terceira Loja do Cidadão de Lisboa, terá sido feita justiça aos habitantes desta cidade», afirmou a Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, na assinatura do protocolo deste espaço.
Estiveram também presentes os Secretários de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, Graça Fonseca, dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, da Justiça, Anabela Pedroso, e da Segurança Social, Cláudia Joaquim.
Sublinhando que «o Protocolo que hoje assinamos devolve aos cidadãos de Lisboa uma Loja que sempre foi sua por direito», a Ministra lembrou que «há quase 3 anos que as pessoas suportam filas de espera desde as 5 da manhã e senhas suspensas escassas horas depois de os serviços terem sido abertos».
«O encerramento da Loja dos Restauradores teve um impacto muito negativo na prestação de um serviço de qualidade aos lisboetas», sublinhou a Ministra, acrescentando que «a sobrecarga de clientes fez disparar os tempos médios de espera em Odivelas, Cascais, Marvila ou Laranjeiras».
10 milhões de atendimentos anuais
«Todos os anos, as Lojas do Cidadão realizam mais de 10 milhões de atendimentos», afirmou Maria Manuel Leitão Marques, acrescentando que «estes números só foram possíveis porque, com as Lojas do Cidadão, se inverteu radicalmente o anterior paradigma na prestação de serviços públicos».
A Ministra realçou que «é por isso que a Loja do Cidadão dos Restauradores não podia ter sido, precisamente, o primeiro local de atendimento a encerrar sem ser imediatamente substituído, quando se pretendia reajustar a oferta de serviços na capital».
«Hoje damos o primeiro passo para corrigir esta injustiça e devolver aos lisboetas um serviço à sua medida […], mas não queremos apenas repor o que antes existia ou diminuir os tempos de espera», afirmou ainda Maria Manuel Leitão Marques.
E acrescentou: «Vamos disponibilizar ali novas e mais modernas formas de atendimento. O Instituto da Mobilidade e dos Transportes vai testar, nesta nova Loja, gabinetes de atendimento personalizado para situações mais complexas. E vai instalar uma sala para exames de condução».
«Esta é a nova cultura que os cidadãos esperam do Estado: disposto a renovar a sua oferta e capaz de se adequar às necessidades daqueles que pretende servir», concluiu.
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