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«Preservar o património, conservá-lo e estudá-lo é uma obrigação que temos para com a História e para com as gerações futuras», afirmou o Ministro da Cultura, Luis Filipe de Castro Mendes.
Declaração feita na assinatura de um protocolo entre o Ministério da Cultura e a União das Misericórdias Portuguesas para conservação e valorização do património, em Lisboa.
«Para instituições cuja vocação é eminentemente social, esta parceria constitui já todo um programa de atuação», acrescentou o Ministro, referindo-se às Misericórdias.
Tornar o património público
«Começa a haver condições para partilhar esta herança [do património histórico português] com o público» e «é nesse contexto que surge o programa Viver Património, que tem como meta abrir a visitas as igrejas tuteladas pelas Misericórdias», afirmou o Ministro.
Iniciado no Alentejo, este é um Programa «que importa alargar, já que os roteiros históricos e de arte sacra são cada vez mais procurados» pelos turistas.
Luís Filipe de Castro Mendes concluiu que «também nos arquivos existe a riqueza do património das Misericórdias», devido aos documentos que guarda, pelo que é preciso aprofundar o trabalho de parceria com o Ministério da Cultura nesta área.
Foto: Ministro da Cultura, Luis Filipe de Castro Mendes, assina protocolo com a União das Misericórdias Portuguesas, para valorização do património, Lisboa, 12 julho 2016 (Foto: António Cotrim/Lusa)
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