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Rogério Rodrigues é o novo presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas que entrou em funções a 1 de julho. Paulo Salsa, vice-presidente, e Sofia Silveira, vogal, transitam da direção anterior, enquanto Rui Pombo assume a função de vogal.
Em comunicado conjunto dos Secretários de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos, e das Florestas e do Desenvolvimento Regional, Amândio Torres, pode ler-se que, para o Governo, a valorização do território é «um dos principais eixos estratégicos do Programa do Governo».
Para alcançar «a promoção da coesão territorial e da sustentabilidade ambiental, o Governo refere que «é necessária uma profunda mudança de estratégia nas políticas públicas que têm vindo a ser desenvolvidas».
O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas «ocupa um papel primordial na operacionalização da referida mudança estratégica e na prossecução, designadamente, dos objetivos que decorrem do mencionado Programa».
Agora, «impõe-se dotar o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas de uma nova abordagem e dinâmica no desempenho das suas atribuições e competências, com a adoção de novas práticas na gestão dos recursos ao seu dispor, quer humanos, quer materiais, e do desejável aumento da capacidade de resposta direcionada aos novos exigentes desafios que se colocam ao País em geral, e às áreas da conservação da natureza e das florestas em particular».
O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas tem tutela conjunta dos Ministérios do Ambiente e da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.
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