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2016-07-01 às 14h32

Startup Portugal apoia internacionalização e investimento também nos setores tradicionais

As empresas apoiadas pelo Startup Portugal «não têm de estar na área do software ou na área de tecnologias espaciais», afirmou o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, na Maia, após uma visita à empresa de produtos alimentares Frulact.

«Muitas das empresas apoiadas vão estar na área do alimentar, da moda, do vestuário, do calçado, na cortiça, em tantas áreas muitas vezes ligadas aos setores tradicionais», disse o Ministro, acrescentando que esta empresa é um bom exemplo.

«A Frulact tem hoje 600 trabalhadores, fatura mais de 100 milhões de euros, está a expandir-se e a fazer novos investimentos, e isso é um bom exemplo para empresas como as que estamos a apoiar no Startup Portugal», afirmou Manuel Caldeira Cabral.

Aposta na inovação

O Ministro realçou que a Frulact «é uma empresa que já cresceu, mas que tem a ambição de, nos próximos quatro ou cinco anos, duplicar a faturação».

A Frulact é também referência por ter começado, «há 20 e tal anos, numa garagem. Cresceu porque tinha um modelo de negócio diferente, e porque soube continuar a apostar na inovação», disse Manuel Caldeira Cabral.

«Esta é uma empresa que investe fortemente na inovação, mostrando que uma área que era tida como tradicional pode ter negócios que têm tudo menos esse epíteto de tradicional, porque são negócios extremamente inovadores em que a criação de valor está baseada na inovação», concluiu.

A Frulact é uma empresa familiar portuguesa, que detém atualmente oito unidades fabris em cinco países situados em três continentes (África, Europa e América do Norte).

Tendo iniciado o seu processo de internacionalização no Canadá, os clientes-alvo da Frulact são a indústria alimentar nos setores dos iogurtes, gelados, bebidas e pastelaria industrial.