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O Ministro da Economia afirmou que a criação e o aproveitamento do conhecimento devem ser a aposta de Portugal para o futuro, durante a visita ao Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia em Braga.
Manuel Caldeira Cabral referiu que «a economia está a dar a mão à ciência» para aproveitar recursos desenvolvidos em Portugal que têm «um potencial enorme de criação de valor».
«Esta é a forma de criar competitividade a meio prazo em que o país tem de apostar. Se queremos competir como um país europeu temos de ser competitivos com produtos com inovação, incorporação de tecnologia, que estejam a par das últimas e melhores tecnologias e formas de fabrico e produtos com qualidade», disse.
O Ministro destacou que «a criação do valor pela inovação é o caminho para Portugal criar competitividade».
Economia e conhecimento
«Há uma economia ligada ao conhecimento em Portugal que se está a desenvolver. Não começou hoje, mas está, neste momento, a ter um momento muito positivo. Portugal não pode ser competitivo em produzir, por exemplo, produtos de vestuário indiferenciados», afirmou Caldeira Cabral.
O Ministro acrescentou que «há países que de facto o fazem mais barato, mas tem de se ser competitivo a produzir têxteis com materiais mais avançados, mais design e com um nível de diferenciação».
Caldeira Cabral referiu que as universidades e as instituições como o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia são pioneiras.
«Temos de pegar no recurso que é o conhecimento que criamos nas nossas universidades e usar esse conhecimento para melhorar a inovação das empresas e para com isso produzir mais valor», disse.
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