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2016-06-24 às 18h11

Eletrificação da Linha do Minho estará concluída num período de «três anos a três anos e meio»

O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas afirmou que a eletrificação da Linha do Minho entre Nine e Valença, um investimento de 83 milhões de euros, estará concluída num período de «três anos a três anos e meio».

Pedro Marques acrescentou o concurso para a eletrificação do primeiro troço, entre Nine e Viana do Castelo, «já está no terreno» e vai avançar entre o final de 2016 e o início de 2017.

O Ministro referiu que a supressão de uma passagem de nível em Barcelos, onde falava durante a consignação da empreitada em questão, «vai viabilizar todo o trabalho de eletrificação».

A supressão desta passagem de nível, um investimento de 806 mil euros, tem um prazo de execução de 180 dias. Para Pedro Marques, este é o «momento zero» da eletrificação da Linha do Minho.

Investimento

O Ministro destacou que o Governo está a «investir fortemente» na ferrovia, referindo obras num valor global superior a dois mil milhões de euros até 2020.

O objetivo é tornar o transporte ferroviário de passageiros e de mercadorias mais competitivo, tanto a nível de preços como de tempos de ligações.

«Com a eletrificação da linha, os comboios como os Alfa podem estar ao serviço, no futuro, até à fronteira, o que é muito positivo e aumenta brutalmente o conforto das populações», acrescentou Pedro Marques.

O Ministro destacou também que a aposta na ferrovia fará com que o tráfego rodoviário e as emissões de poluição para a atmosfera diminuam.

«É o cumprimento do nosso compromisso de dar prioridade ao transporte rodoviário», disse.

Aeroporto Humberto Delgado

Antes, na inauguração das novas áreas operacional e comercial do Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa, o Ministro afirmou que o investimento de 30 milhões de euros no aeroporto é do «maior significado para o País».

«O que estamos aqui a fazer e a testemunhar é um país, uma empresa e um Governo com o mesmo conjunto de objetivos, que é construir e consolidar as infraestruturas do País para aumentar a nossa competitividade, para olhar para o futuro com confiança e dar mais capacidade de crescimento a Portugal», afirmou Pedro Marques.

O Ministro acrescentou que «é sabido que nos últimos anos esta infraestrutura aeroportuária viu crescer significativamente a sua procura» e referiu que a ANA, Aeroportos de Portugal, «soube dar resposta à necessidade de crescimento da oferta» com «a capacidade de disponibilidade para bem servir os passageiros».

Pedro Marques referiu também que a competitividade de Lisboa, da Área Metropolitana, e das empresas «sai beneficiada pelo esforço contínuo que a ANA, os seus responsáveis e os seus trabalhadores têm feito para continuar a modernizar o aeroporto».

O Ministro destacou também que o investimento vai criar 180 postos de trabalho adicionais.