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O Prémio Europeu de referência na área da Inovação e Patentes foi entregue na Meo Arena em Lisboa.
Este Prémio, tido como a mais prestigiada distinção da Europa para os inventores no universo das patentes concedidas pelo Instituto Europeu de Patentes (IEP) – representado em Portugal pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial -, tem vindo a homenagear, desde 2006, os inventores cujas invenções pioneiras fornecem respostas para alguns dos maiores desafios do nosso tempo.
Os inventores concorrentes foram avaliados não apenas pela originalidade tecnológica mas também pelo impacto económico e social que as suas invenções trarão.
Elvira Fortunato e Rodrigo Martins, investigadores da Universidade Nova de Lisboa, apresentaram um transístor em papel que poderá revolucionar o mundo da comunicação. Uma alternativa mais barata e energeticamente eficiente aos chips de silício.
A dupla estava entre os três finalistas candidatos ao Prémio Inventor Europeu do Ano de 2016, na categoria de investigação. Portugal conseguiu assim um lugar de destaque neste rumo ao progresso.
O evento contou com a presença do Primeiro-Ministro António Costa.
Promoção em Portugal
Para reforçar o papel de Portugal na promoção da invenção e patentes a nível nacional, será lançado o prémio Nacional do Inventor do Ano.
Esta é uma medida prevista no programa de ação Justiça + Próxima, a ser desenvolvida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
Anualmente, será realizado um evento público que permitirá promover e dinamizar o espírito inventivo nacional, procurando premiar e publicitar as melhores invenções nacionais de cada ano em Portugal.
O objetivo será ligar o mundo do desenvolvimento científico e tecnológico ao espirito empreendedor da sociedade e promoção do desenvolvimento económico, agregando projetos de empresas consolidadas, com startups, universidades e centros de investigação.
O reforço dos laços existentes entre os Institutos da Propriedade Industrial de países lusófonos será, também, um dos requisitos a cumprir com este evento.
Portugal é, e especialmente no dia de hoje, um país referência na inovação. A Justiça, em todos os seus ramos, continua a traçar o caminho do progresso criativo e consciente.
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