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2016-06-06 às 14h10

Governo quer dar novo impulso à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva

O Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social afirmou a intenção de dar um novo impulso à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde e Ação Social (RNCCI).

Na sessão de abertura do Encontro Nacional da RCNCCI, José António Vieira da Silva referiu que o alargamento «tem uma dimensão física, com mais camas e respostas» e uma «dimensão de profundidade», através de novas áreas relacionadas com saúde mental e com os cuidados pediátricos.

«Este encontro pode ser um momento de apoio para uma reflexão necessária para este novo impulso que queremos dar à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados», afirmou o Ministro.

O novo impulso está previsto «em parte no orçamento da Segurança Social» de 2016 e terá um crescimento de 15% das verbas, «o maior de todas as áreas da Segurança Social». Na outra parte, através do uso dos fundos europeus.

Melhorar resposta

Para Vieira da Silva, a rede de cuidados continuados «é provavelmente a resposta social que mais rapidamente e mais profundamente se consolidou».

«Não foi questionada desde o seu nascimento porque não só melhora a resposta às necessidades dos cidadãos como também é uma resposta de eficiência na utilização dos recursos públicos», acrescentou.

O Ministro disse ainda existir «uma tradição orçamental perversa» que leva a que não se invista «em áreas inovadoras como é a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, pretensamente, para poupar».

Porém, esta tendência cria «mais despesas no Serviço Nacional de Saúde e nas respostas de ação social».

«A pressão sobre a rede hospitalar ou sobre a rede de respostas sociais para os idosos na área da ação social é diminuída se funcionar bem a rede de cuidados continuados», afirmou Vieira da Silva.

Para o Ministro, esta resposta, além ter eficácia social, «tem eficiência na utilização dos recursos».

 

Foto: Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva