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Com o objetivo de dar um impulso diverso à gestão do Instituto da Segurança Social, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social refere em comunicado que é nomeado um novo conselho diretivo liderado por Rui Fiolhais.
O mesmo documento acrescenta que este Instituto desempenha «um papel primordial na operacionalização da mudança estratégica e da implementação de uma nova dinâmica à prossecução das prioridades e objetivos delineados para a área das políticas sociais».
Rui Fiolhais é licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra (1991) e Mestre em Políticas e Gestão de Recursos Humanos pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (1995). É quadro superior do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (1992-2016) e tem o curso de Alta Direção em Administração Pública (CADAP).
Gabriel Bastos é o novo vice-presidente do Instituto da Segurança Social. Licenciado em Direito (1997) e pós-graduado em Ciências Jurídico-Administrativas (1998) pela Universidade de Lisboa, é quadro superior da Direção Geral da Segurança Social (2012), onde trabalhou na área da negociação e coordenação de instrumentos internacionais.
Noémia Silva Goulart ocupa o cargo de vogal do Instituto da Segurança Social. Licenciada em Economia pela Universidade Técnica de Lisboa (1997), tem uma especialização em Finanças Empresariais pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (1999) e o curso avançado de Gestão Pública do Instituto Nacional de Administração. É quadro superior de Estatística do Instituto Nacional de Estatística e, desde 2013, exerce a coordenação técnica da área de finanças públicas no Conselho das Finanças Públicas.
Sofia Borges Pereira é também vogal do Instituto da Segurança Social. Licenciada em Serviço Social pelo Instituto Superior Bissaya Barreto, é quadro superior do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências do Ministério da Saúde. No Instituto da Segurança Social, é chefe do setor de apoio à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (2007-2012).
O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social destaca o currículo profissional e académico dos novos dirigentes, assim como a sua extensa experiência e conhecimento do sistema de segurança social, em geral, e do Instituto da Segurança Social, em particular.
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