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«Estou convicto de que tudo continuará a correr normalmente na economia e na execução orçamental. Em julho, a Comissão Europeia estará a dar um novo passo de aproximação às previsões do Governo», afirmou o Primeiro-Ministro.
António Costa referia-se à decisão da Comissão Europeia, de manter Portugal no procedimento de défice excessivo, devido aos resultados apresentados entre 2013 e 2015. Estas declarações foram feitas à entrada para uma exposição no Museu de Arqueologia, em Lisboa.
«A convicção que o Governo tem é que, em julho, tal como tem acontecido até agora, a CE verificará que a nossa execução orçamental reforça a confiança no objetivo a que nos propusemos, sem necessidade de medidas complementares», acrescentou o Primeiro-Ministro.
Governo tem como meta para o défice 2,2% do PIB
Sublinhando que «as previsões da Comissão Europeia têm estado em evolução, aliás positiva», António Costa recordou: «Começaram em 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB), já vão em 2,7%, diz agora que temos de alcançar uma meta de 2,3%».
«A nossa meta no Orçamento, com as medidas que já temos, é de 2,2% do PIB. Continuamos tranquilos sobre a forma como o Orçamento tem vindo a ser executado», motivo por que «não encaramos a necessidade de medidas adicionais para alcançar o objetivo que nos propomos, quanto mais para alcançar um objetivo menos ambicioso», realçou também o Primeiro-Ministro.
Questionado pelos jornalistas sobre a hipótese do Governo tomar novas medidas até julho, António Costa afirmou: «O Governo vai executar o seu Orçamento, o que é fazer muito, já que este é um documento exigente e muito ambicioso».
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