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O Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, afirmou que serão publicados, dia 17 de maio, dois avisos de candidaturas aos fundos comunitários com o objetivo de melhorar as instalações e adquirir novos veículos para os bombeiros. Outros dois concursos com o mesmo fim estão previstos para outubro.
Em declarações à agência Lusa, o Secretário de Estado acrescentou que «o aviso das infraestruturas, que incluiu quartéis e centros distritais de operação e socorro, vai abrir com uma dotação financeira inicial de sete milhões de euros. O destinado à aquisição de viaturas dos bombeiros é de cinco milhões de euros».
«Podemos ter alguma progressão neste investimento, desde que não se chegue ao dobro, ou não serão abertos os avisos de outubro, se o dinheiro for todo gasto agora. Está previsto um concurso em maio e outro em outubro, mas a abertura de outubro depende do comportamento de maio», alertou Jorge Gomes.
Sublinhando que assim foram satisfeitas as necessidades dos bombeiros, o Secretário de Estado referiu ainda que «47 candidaturas de bombeiros para infraestruturas não foram aprovadas em concursos anteriores porque os critérios eram apertados». Para estes novos concursos, as candidaturas reprovadas vão poder candidatar-se novamente, não sendo necessário fazer novos projetos.
Reabilitação e extensão de quartéis
«Há quartéis que têm algum estado de degradação, em que convém intervir já, porque assim resolvemos o problema com algum dinheiro. Se os deixarmos na situação em que estão, daqui a dois ou três anos já não existem», afirmou também Jorge Gomes.
O Secretário de Estado destacou os casos dos quartéis dos bombeiros que estão nos centros de cidade e que precisam de ser expandidos, mas não existem condições para o seu alargamento: «Para estes casos, defendemos a construção de uma extensão do quartel destinada a área operacional fora do centro da cidade».
«As áreas social e de sede dos bombeiros mantêm-se no centro da cidade, enquanto a operacional, deve situar-se numa zona que crie condições para uma boa operacionalidade, considerado todo o sistema de proteção civil», concluiu.
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