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2016-05-06 às 12h56

Entidades gestoras precisam de ter dimensão adequada para gerirem bem as redes de água

O Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, afirmou a necessidade de «pensar na gestão eficiente da água integrando os sistemas e tecnologias de informação, os sistemas comerciais e a otimização da exploração das redes», no IV Fórum de Partilha de Experiências e Divulgação de Boas Práticas, em Lisboa.

Matos Fernandes disse que há dois segredos nas boas práticas de gestão para as redes de água ou de energia: capacitação e escala.

«Nenhuma entidade gestora se desenvolverá ou terá sustentabilidade sem uma adequada capacitação», afirmou, para depois dizer que «oitenta a cem mil habitantes parece ser a dimensão mínima dos sistemas eficientes, quase independentemente da morfologia do território».

O Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) é visto como «a ferramenta possível para apoiar a introdução de novas tecnologias na gestão» e «contempla 100 milhões de euros para a compra de contadores inteligentes para o setor elétrico».

Eficiência na gestão

Para o Ministro, a eficiência na gestão «passa por reduzir as perdas nas redes de abastecimento de água e as infiltrações nas redes de águas residuais».

Matos Fernandes referiu também «a gestão de ativos, os planos de manutenção, preventiva e corretiva, e os sistemas de qualidade focados no processo».

O Ministro do Ambiente afirmou a importância que os Sistemas de Informação Geográfica: «A adaptação das ferramentas de apoio ao planeamento e à gestão do ciclo urbano de água, estabelecendo a interface com mecanismos de manutenção, integração e partilha das bases de dados geográficas, antecipando problemas como inundações, descargas de emergências ou roturas.»