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2016-03-14 às 12h04

Linhas de crédito apoiam revitalização do comércio e turismo de Albufeira

Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, conversa com comerciante, Albufeira, 14 março 2016 (Foto: Luís Forra/Lusa)

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, apresentou duas linhas de crédito para apoiar a revitalização dos setores do comércio e turismo no concelho de Albufeira, que foi atingido por uma cheia no dia 1 de novembro de 2015.

A cheia provocou danos significativos em instalações de atividades económicas, infraestruturas e outros bens ou equipamentos, que estas linhas pretendem ajudar a minimizar, repondo também as condições necessárias para o exercício das diversas atividades do comércio e turismo.

Trata-se de uma linha de crédito para apoio à revitalização do setor do comércio, com um montante global da linha de 3,5 milhões de euros, e de uma linha de crédito para apoio à revitalização do setor do turismo, com um montante global da linha de 4 milhões de euros, dos quais 3 milhões são alocados pelo Turismo de Portugal.

Condições

Para o comércio, são elegíveis operações destinadas ao financiamento de investimentos em obras e substituição de equipamentos resultantes dos estragos provocados pelo temporal, validados pela Câmara Municipal, e de fundo de maneio, com o limite de 20% do valor do investimento em capital fixo.

O montante máximo de financiamento por empresa é de 150 000€, com o limite máximo do valor dos danos correspondentes aos estragos provocados pelo temporal, quantificados em relatório validado pela Câmara Municipal, deduzido de eventuais recebimentos de indemnizações pagas por seguradoras, acrescido de até 20% para fundo de maneio.

Para o turismo, são elegíveis operações destinadas ao financiamento de investimentos em obras e substituição de equipamentos resultantes dos estragos provocados pelo temporal, validados pela Câmara Municipal, e de fundo de maneio, com o limite de 20% do valor do investimento em capital fixo.

O montante máximo de financiamento por empresa é de 250 000€, sendo 75% assegurado pelo Turismo de Portugal e 25% pelo Banco, com o limite máximo do valor dos danos correspondentes aos estragos provocados pelo temporal, quantificados em relatório validado pela Câmara Municipal, deduzido de eventuais recebimentos de indemnizações pagas por seguradoras, acrescido de até 20% para fundo de maneio.

Em ambos os casos, as operações têm um prazo máximo de 10 anos, com carência de capital máxima de três.

As empresas terão também de cumprir outras condições relativas ao pagamento do empréstimo e aos respetivos juros.

 

Foto: Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, conversa com comerciante, Albufeira, 14 março 2016 (Foto: Luís Forra/Lusa)

Áreas:
Economia