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«Gostaria de reafirmar que não vemos qualquer razão para alterar o Orçamento, não vemos qualquer razão para temer pela nossa capacidade de dar uma boa execução ao Orçamento», afirmou o Primeiro-Ministro numa declaração feita no final da reunião UE-Turquia, em Bruxelas.
Referindo-se à necessidade de executar medidas adicionais, proposta pelo Comissário Europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros no final da reunião do Eurogrupo de 7 de março, António Costa afirmou que «como temos dito, o nosso plano B é executar o plano A».
O Primeiro-Ministro disse ainda que «a Comissão vê riscos onde nós não vemos»; «nós divergimos da Comissão quanto à análise».
«Nós não identificamos os mesmos riscos, mas tomamos boa nota das recomendações da Comissão e, na postura construtiva que temos sempre tido, preparar-nos-emos para qualquer eventualidade, porque a nossa determinação de alcançar os objetivos previstos no orçamento é total», declarou ainda, acrescentando que «não temos nada que nos indique que essas medidas venham a ser necessárias».
António Costa reafirmou que «faremos o trabalho de casa que é necessário para uma eventualidade de esta trajetória não se confirmar e ser necessário adotar outras medidas, mas elas só serão adotadas se e quando necessárias, e neste momento não temos nenhuma razão para achar que elas serão necessárias».
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