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A economia conseguiu «garantir um crescimento de 1,5% para 2015, que já é um crescimento assinalável e que vamos conseguir acelerar em 2016 para 1,8% e portanto está a haver um caminho sólido de aceleração do crescimento em Portugal», afirmou o Ministro da Economia referindo-se aos números do crescimento do PIB divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.
Estes dados mostram um caminho que permite afirmar que em 2016 haverá «aceleração do crescimento do investimento, aumento das exportações, um saudável e sustentável crescimento da economia portuguesa», disse Manuel Caldeira Cabral no final da conferência «Angola 40 anos de Independência - Construir um Futuro Sustentável», organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola, em Lisboa.
O Ministro recordou que o valor global «estava posto em causa no terceiro trimestre, em que houve um abrandamentol, mas felizmente o quarto trimestre, entre outubro e dezembro, foi um trimestre de aceleração».
O INE informou que o Produto Interno Bruto cresceu 1,5% no ano de 2015 e 1,3% no quarto trimestre do ano, em termos homólogos, ou 0,2% face aos três meses anteriores (em cadeia).
Desemprego
Sobre o desemprego, Caldeira Cabral afirmou que «o desemprego está a descer, mas queríamos que descesse muito mais rapidamente; o importante é conseguir simultaneamente que desça o desemprego e aumente o emprego».
O ano passado «já foi um ano de criação de emprego, e 2016 será também de criação de emprego, de mais oportunidade de emprego», referiu.
Contudo, «o desemprego continua muito alto, e temos de continuar a trabalhar para reforçar o investimento e a confiança dos investidores, e para que a economia portuguesa acelere e crie mais oportunidades para os jovens e para os desempregados».
A taxa de desemprego, manteve-se em janeiro nos 12,2%, inalterada face aos dois meses anteriores, segundo o INE, mas a estimativa da população desempregada, que já considera valores ajustados de sazonalidade, teve um decréscimo de 0,2% face ao valor definitivo obtido para dezembro de 2015 (menos 1,1 mil pessoas).
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