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O Ministro dos Negócios Estrangeiros desloca-se à Tunísia (nos dias 24 e 25 de fevereiro) e à Argélia (nos dias 27 e 28 de fevereiro) para visitas oficiais e reuniões de trabalho com as autoridades destes países.
Augusto Santos Silva reunir-se-á também com representantes das empresas portuguesas que se estabeleceram nestes dois países tão relevantes para a internacionalização da economia portuguesa.
Em Tunes, na Tunísia, o Ministro debaterá a agenda bilateral com o seu homólogo, Kheamies Jhinaoui, e as relações económicas com o Ministro do Desenvolvimento, do Investimento e da Cooperação Internacional, Yassine Brahim. Está ainda previsto um encontro com o Ministro do Interior, Hédi Majdoub.
Augusto Santos Silva será também recebido pelo Presidente da República tunisina, Béji Caïd Essebsi, pelo Chefe do Governo, Habib Essid, e pelo Presidente da Assembleia dos Representantes do Povo, Mohamed Ennaceur.
O programa em Tunes inclui um encontro com a comunidade portuguesa residente no país, na Embaixada de Portugal, e uma visita à Universidade de Manouba, onde funciona um leitorado de Português.
Argélia
Em Argel, na Argélia, aonde chegará depois de participar na reunião do grupo informal do Mediterrâneo da União Europeia, em Chipre, o Ministro será recebido pelo Presidente, Abdelaziz Bouteflika, e pelo Primeiro-Ministro, Abdelmalek Sellal.
Os assuntos de interesse comum, no âmbito bilateral e regional, serão analisados em reuniões com o seu homólogo, Ramtane Lamamra, e com o Ministro dos Assuntos Magrebinos, da União Africana e da Liga Árabe, Abdelkader Massahel.
O programa inclui ainda um encontro com as principais empresas portuguesas estabelecidas no país, na Embaixada de Portugal em Argel.
De realçar que a Argélia é o 13.º mercado português de exportação de bens e o 18.º mercado fornecedor do País, com especial destaque para as importações de gás natural.
Após a visita oficial a Marrocos, nos dias 11 e 12 de fevereiro, Augusto Santos Silva terá visitado as três capitais do Magrabe, região que constitui uma prioridade para a política externa portuguesa.
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