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2016-02-18 às 19h41

Sexta geração de um projeto âncora para jovens em áreas sensíveis

O Ministro Adjunto, Eduardo Cabrita, presidiu à assinatura dos protocolos relativos a 90 projetos do Programa Escolhas, cujo objetivo é promover a inclusão social de crianças e jovens de meios socioeconómicos mais desfavorecidos. Na sexta edição do Programa, que decorre até 2018, serão apoiadas 130 iniciativas.

Estes projetos irão envolver cerca de 75 mil participantes, oriundos de 54 concelhos do País, e mobilizando mais de 800 parceiros, entre os quais municípios, juntas de freguesia, agrupamentos de escolas e associações.

«A sexta geração do programa Escolhas vai ser financiada com 26 milhões de euros, ao longo dos três anos, um terço dos quais (ou seja, cerca de 8,9 milhões de euros), provenientes do Orçamento do Estado e o restante de fundos europeus», afirmou o Ministro.

Promover a dinâmica social

Eduardo Cabrita afirmou que esta é «uma iniciativa pensada para que as crianças e jovens consigam superar aquilo são as fragilidades do contexto social em que nasceram ou cresceram. É um programa que tenta promover a dinâmica social, através de símbolos de referência a partir de bairros considerados difíceis, provando que é possível uma vida nova e um mundo melhor», concluiu.

Criado em 2001, o programa Escolhas é promovido pela Presidência do Conselho de Ministros, integrando o Alto Comissariado para as Migrações. Começou por ter como meta a inserção social de jovens originários de bairros problemáticos nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal.

Ao cabo da quinta edição do Programa, tinham sido registados mais de 85 mil participantes, com uma taxa de sucesso escolar global de 76,7%, e mais de 13 mil jovens encaminhados para formação profissional e emprego.