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O Governo pretende «manter e consolidar» a presença em missões de paz no âmbito das Nações Unidas, porque as Forças Nacionais Destacadas são «um retrato forte daquilo que é a política nacional externa», afirmou o Ministro da Defesa Nacional na audição da Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República. Azeredo Lopes acrescentou que Portugal prosseguirá a «aposta no sistema multilateral» das missões de paz.
No que respeita às indústrias de defesa, o Ministro afirmou a necessidade de salvaguardar a «participação nacional relevante na indústria de defesa» - diferentemente do que era a política do XIX Governo para este setor -, recorrendo ao investimento, ao estímulo e ao desenvolvimento constantes.
Azeredo Lopes expôs o plano governativo para a Defesa Nacional, referindo os eixos fundamentais da ação do Governo: a valorização dos recursos humanos e materiais, o apoio social aos militares, a valorização da participação pública na indústria de defesa e a cooperação técnico-militar, nomeadamente com os países lusófonos.
O Ministro referiu que a eficiência e motivação das Forças Armadas dependem da garantia governativa em relação ao acompanhamento dos recursos humanos «a todos os níveis».
Azeredo Lopes realçou ainda o papel do Instituto de Ação Social das Forças Armadas e a necessidade de «clarificação dos objetivos da estrutura na dimensão de ação social complementar».
Na sua primeira audição parlamentar, o Ministro apontou também a importância de usar a comunicação ao serviço da defesa, nomeadamente auxiliando os cidadãos na compreensão da importância da política de Defesa Nacional.
Foto: Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, na audição da Comissão de Defesa Nacional, Assembleia da República, 26 janeiro 2016 (Foto: Jorge Ferreira)
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