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«Chegou a hora de irmos mais longe e de trabalharmos numa perspetiva de verdadeira democracia participativa no combate à violência doméstica e de género, onde se integra a violência sexual», afirmou a Secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, no encerramento do seminário «Novos desafios no combate à violência sexual», em Lisboa.
Acrescentando que, no próximo dia 21, «irá realizar-se a primeira reunião de um grupo de trabalho da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) que terá como objetivo acompanhar as políticas públicas nesta área», a Secretária de Estado afirmou que porá «todo o empenho em garantir o aprofundamento de medidas de parceria estratégica entre o Governo e as ONG» deste setor, com a meta de combater a violência sexual.
«Os direitos humanos das mulheres e das raparigas são inalienáveis e indivisíveis, quer estejamos na esfera pública, quer estejamos na esfera privada», sublinhou Catarina Marcelino, referindo dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2014, que indicam que «as mulheres constituem a maioria das vítimas deste tipo de crime (92%)».
Lembrando que «Portugal tem estado na linha da frente no combate à violência de género, tendo sido o primeiro Estado membro da União Europeia a ratificar a Convenção de Istambul», assinada há dois anos, aSecretária de Estado afirmou que este compromisso tem como objetivos principais:
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