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«A Livraria Lello é também uma prova de que a cultura tem mercado e tem um espaço de afirmação no plano comercial para o País, mas - sobretudo - de que a cultura pode ser um motor para o desenvolvimento», afirmou o Ministro da Cultura, João Soares, em declarações aos jornalistas, após a abertura oficial da comemoração dos 110 anos da livraria, no Porto.
E acrescentou: «Dizem-me que o Fernando Pessoa está no topo das vendas da Lello e o Fernando Pessoa é sempre uma compra oportuna, tanto mais que eu, enquanto vereador da cultura na Câmara Municipal de Lisboa, se há uma obra de que me orgulho, é de ter feito a Casa Fernando Pessoa, que é hoje uma referência».
No livro de ouro da livraria Lello, João Soares escreveu que se juntava «modestamente» aos votos formulados por Guerra Junqueiro e por Afonso Costa, há 110 anos (no dia da inauguração da Livraria), desejando «felicidades para os próximos 110 anos», e afirmando a sua admiração e gratidão, quer enquanto Ministro da Cultura, quer enquanto cidadão, pelo trabalho que a família homónima tem desenvolvido.
A livraria Lello, cujas entradas passaram a ser pagas em julho de 2015 através de um talão dedutível em livros, vai também dar aos primeiros mil visitantes um volume colecionável de fotografias antigas da Livraria, tiradas quando da sua inauguração.
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