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Na primeira semana de janeiro, iniciaram formação profissional cerca de 3500 médicos, distribuídos por diversas unidades dos cuidados de saúde primários e de hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Este grupo compreende 2082 internos do ano comum que, após a conclusão do mestrado integrado em Medicina, iniciam uma prática clínica efetiva, ao mesmo tempo que 1569 jovens médicos iniciam a sua formação específica, no âmbito de mais de 40 especialidades.
As especialidades mais preenchidas neste ano letivo foram: Medicina Geral e Familiar (com 473 internos) e Medicina Interna (com 201 internos), correspondendo às necessidades prioritárias do País, tendo em vista uma gestão estratégica de profissionais qualificados.
Este processo simboliza a importância que o Governo dá à formação médica, com o objetivo de criar condições condições de recuperação sustentada do SNS, em termos de resposta e de qualidade assistencial diferenciada.
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