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Intervenções

2019-05-13 às 15h21

Intervenção do Primeiro-Ministro no debate quinzenal sobre estratégia e gestão integrada de fogos rurais

A tragédia que assolou o país em 2017 criou um novo consenso técnico e político com base nas conclusões da CTI constituída no âmbito desta assembleia, que se consolidaram na Resolução do Conselho de Ministros de 21 de outubro de 2017.

Este novo consenso recentrou a prioridade na reforma estrutural da floresta e na ação preventiva sobre as medidas centradas no combate. 

Foi assim ao encontro da prioridade com que já em 2016 o governo arrancara com a reforma da floresta e com a revitalização do interior, dois objetivos estratégicos de médio e longo prazo que, precisamente por isso, exigem urgência na sua execução. 

(...)

Não podemos esquecer nunca que a prevenção e o combate só podem contribuir para ganhar algum tempo para que o setor florestal se reforme e as medidas estruturais produzam resultados. Adiar medidas estruturais é adiar resultados sustentados. 

(...)

Mas não podemos ter ilusões: o risco estrutural persiste, as alterações climáticas acentuam-no, o que exige determinação na execução do Programa definido em outubro de 2017. Assim como exige a continuada mobilização de todo o país nas ações de limpeza preventiva e de consciencialização para o risco.  

Leia a intervenção na íntegra