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2026-04-06 às 12h41

Mau tempo: formalizados apoios em Leiria e Coimbra

Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, na assinatura dos contratos-programa, Coimbra, 1 de abril de 2026 (Sara Matos/MAEN)
Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, na assinatura dos contratos-programa, Leiria, 1 de abril de 2026 (Sara Matos/MAEN)
A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, visitou a 1 de abril obras de recuperação em Leiria e Coimbra e presidiu à assinatura de contratos-programa para financiar intervenções de emergência em infraestruturas e património ambiental afetados pelo mau tempo.

Em Coimbra, acompanhou os trabalhos no dique e no canal condutor geral do rio Mondego. Na ocasião, foram formalizados contratos entre a Agência Portuguesa do Ambiente, a Agência para o Clima e os municípios de Coimbra, Montemor-o-Velho, Soure, Pombal e Figueira da Foz. Os acordos garantem um financiamento global de 15 milhões de euros para a reabilitação de infraestruturas em rios, ribeiras e linhas de água.

Em Leiria, Maria da Graça Carvalho visitou as obras de recuperação do dique do rio Lis e presidiu à assinatura de contratos-programa entre a Agência Portuguesa do Ambiente, a Agência para o Clima e os municípios de Leiria, Marinha Grande, Batalha e Porto de Mós, que vão receber no total três milhões de euros.

"São essencialmente [financiamento] para recuperar as linhas de água do rio Lis, das ribeiras, no caso Leiria, destes municípios", afirmou. 

Ao visitar as obras de recuperação do dique do rio Lis, por baixo da autoestrada 17 (A17), reconheceu a dimensão dos danos e a pressão sobre os sistemas hidráulicos e infraestruturas, apontando desafios estruturais associados ao impacto das autoestradas nos diques e ao escoamento concentrado de águas pluviais.

O financiamento será "transferido de imediato" para os municípios, assegurou a Ministra, ao afirmar que esta é uma "primeira ajuda nas despesas e nas obras mais urgentes, feito pelo Fundo Ambiental" que assegura os meios financeiros imediatos às autarquias para execução das obras e à reposição rápida das condições de segurança e funcionamento em territórios afetados.

A intervenção enquadra-se numa estratégia de resposta, assente na mobilização do Fundo Ambiental e na articulação entre entidades nacionais e locais, com o objetivo de garantir uma execução rápida das intervenções e reforçar a resiliência das infraestruturas críticas.